Esta não é a história de uma vingança. É a história de oito vinganças. Com
requintes de crueldade, como só uma mulher enfurecida sabe arquitetar,
planejando nos mínimos detalhes uma forma de dar a volta por cima e se vingar
dos homens que a humilharam e a fizeram sofrer. Mas se você pensa que está
diante de uma tragédia, esqueça. Claudia Tajes, com seu bom humor
característico, cria esta hilária história, que não deixa nada a desejar à máfia
italiana...
Sara Gomes é a mulher enfurecida em questão. Ela largou o
curso de arquitetura para se dedicar à lavanderia da família. É em meio a
camisas, meias e todo o tipo de roupa suja que ela passa a arquitetar uma a uma
suas vinganças. Difícil é saber por onde começar, se é por Fábio Loiro, o cara
mais bonito do cursinho, por Rodrigues, um intelectual com uma certa fixação, ou
mesmo Vitor Vaz, um homem compreensivo e atencioso – até demais.
Mas esta
não é uma história amarga e desesperançada. É a história de uma mulher que
finalmente tem um objetivo na vida, não importa qual seja seu nome (Otávio,
Alaor, Fábio Loiro, Rodrigues, Heitor, VitorVaz e Tim, sem esquecer Enrico
Eurico).
Claudia Tajes, tendo em mente que algum sábio em um tempo remoto
já afirmava que “aqui se faz, aqui se paga”, vinga com muito bom humor todas as
mulheres que já quiseram um dia acabar com a raça daqueles que as fizeram sofrer
– do menino de seis anos que ignorava sua existência até o mais convencido ser
humano macho.
Wednesday, 27 March 2013
A VIDA SABE O QUE FAZ - Zibia Gasparetto
Isabel já pretendia se casar com Gilberto quando foi surpreendida: Carlos, seu
ex-noivo, que foi lutar na Itália e dado como morto, voltou depois de cinco
anos, cheio de amor cobrando o compromisso. Mas Isabel não quis. Carlos sofreu e
se revoltou, contudo não desistiu. Inconformado com a nova realidade, utilizou a
raiva para recuperar todos os anos que a guerra havia roubado de sua juventude.
No decorrer desta história apaixonante, passada entre Brasil e Itália, logo após
a segunda guerra mundial, descobrimos que, dependendo das atitudes de cada um
tudo pode mudar, mas sempre, em todos os casos, a sabedoria da vida prevalece,
sempre nos trazendo o melhor.
Monday, 5 November 2012
O CASAMENTO - NICHOLAS SPARKS
Após quase 30 anos de casamento, Wilson Lewis é obrigado a encarar uma dolorosa verdade: sua esposa, Jane, parece ter deixado de amá-lo, e ele é o único culpado disso. Viciado em trabalho, Wilson costumava passar mais tempo no escritório do que com a família. Além disso, nunca conseguiu ser romântico como o sogro era com a própria mulher.
A história de amor dos pais de Jane, contada em Diário de uma paixão, sempre foi um exemplo para os filhos de como o casamento deveria ser.
Diante da incapacidade do marido de expressar suas emoções, Jane começa a duvidar de que tenha feito a escolha certa ao se casar com ele. Wilson, porém, sente que seu amor pela esposa só cresceu ao longo dos anos. Agora que seu relacionamento está ameaçado, ele vai fazer o que foi necessário para se tornar o homem que Jane sempre desejou que ele fosse.
Em O casamento, Nicholas Sparks faz os leitores relembrarem a alegria de se apaixonar e o desafio de se manterem apaixonados.
APESAR DE NÃO TER LIDO O LIVRO DIÁRIO DE UMA PAIXÃO, EU ASSISTI AO FILME NOTEBOOK QUANDO AINDA RESIDIA NO CANADA. FILME MARAVILHOSO, UM DOS MAIS COMOVENTES QUE JÁ VI.
PARA MINHA SURPRESA, ME DEPAREI COM ESTE LIVRO, CONTINUACAO DO LIVRO QUE DEU ORIGEM AO FILME. HISTORIA MARAVILHOSA.
FAZ COM QUE REFLITAMOS SOBRE NOSSOS PRÓPRIOS RELACIONAMENTOS, SEJAM ELES DE FAMILIA DE ORIGEM OU A ATUAL.
VALE A PENA A LEITURA.
Wednesday, 4 April 2012
E FORAM TODOS PARA PARIS - Um Guia de Viagem Nas Pegadas de Hemingway, Fitzgerald & Cia- Sergio Augusto
Muito mais que um simples roteiro de viagem, em E foram todos para Paris – um guia de viagem nas pegadas de Hemingway, Fitzgerald & cia o jornalista Sérgio Augusto nos leva de volta à cidade-luz dos anos 1920 onde a cultura, a arte, a arquitetura e a liberdade eram o cenário de artistas que moravam na capital francesa e mais tarde se tornaram grandes nomes da história, como Ernest Hemingway, Picasso, Zelda e Scott Fitzgerald, Kiki e Josephine Baker. Se você teve a sorte de viver em Paris, quando jovem, sua presença irá acompanhá-lo pelo resto da vida, onde quer que você esteja, porque Paris é uma festa móvel, escreveu Ernest Hemingway, em carta a um amigo, em 1950. O livro retrata com nostalgia um passado onde a festa parecia não ter fim. “A Paris de Hemingway & cia. — mais conhecida como a Paris da Geração Perdida — ganha qualquer concorrência, sem desdouro da Paris do imediato pós-guerra, também formidável (muito jazz, existencialismo, caves esfumaçadas, cinemas de arte), e com uma vantagem nada negligenciável sobre as anteriores: penicilina em qualquer farmácia”, escreve o autor. Sérgio levantou endereços, montou mapas e itinerários, e saiu em busca de um tempo perdido, com sua inseparável Canon analógica e um caderno de notas. A reportagem original, publicada em 18 de janeiro de 1990 nas páginas de Turismo do jornal Folha de S. Paulo, se intitulava “A geração perdida ainda está em Paris” e tornou-se um guia de viagem sui generis para aqueles que não vão à capital francesa só para comer, beber, fazer compras e subir na torre Eiffel.
Monday, 2 April 2012
Presentes da Vida - Nem Sempre o Que Queremos É o Que Realmente Precisamos - Emily Giffin
Darcy Rhone sempre teve todos os homens aos seus pés. Tinha um emprego glamouroso, um seleto círculo de amizades e um noivo perfeito, Dexter Thaler. No entanto, tudo mudou quando Darcy se envolveu com o melhor amigo de seu noivo...
Seu noivado acabou e perdeu sua melhor amiga, Rachel. Incapaz de assumir responsabilidades e de enfrentar todo esse mal-estar, Darcy foge para Londres, para a casa de um amigo de infância, imaginando que poderia passar uma borracha em tudo isso. Mas, para seu desânimo, Londres se torna um mundo estranho, onde seus truques de sedução não mais funcionam e onde sua sorte parece ter se
evaporado. Sem amigos nem família, Darcy precisa dar novo rumo à sua vida e, assim, começa uma linda trajetória rumo ao crescimento e ao amor.
Seu noivado acabou e perdeu sua melhor amiga, Rachel. Incapaz de assumir responsabilidades e de enfrentar todo esse mal-estar, Darcy foge para Londres, para a casa de um amigo de infância, imaginando que poderia passar uma borracha em tudo isso. Mas, para seu desânimo, Londres se torna um mundo estranho, onde seus truques de sedução não mais funcionam e onde sua sorte parece ter se
evaporado. Sem amigos nem família, Darcy precisa dar novo rumo à sua vida e, assim, começa uma linda trajetória rumo ao crescimento e ao amor.
POR FAVOR CUIDE DA MAMAE - Shin Kyung-Sook
Park So-nyo, 69 anos, mãe de cinco filhos, desapareceu. Ao chegar a Seul
para visitá-los, saindo de sua aldeia com o marido, com quem é casada há mais de
50 anos, ela é deixada para trás em meio à multidão em uma plataforma da estação
de metrô. Como fez a vida toda, ele simplesmente supôs que a esposa o seguia.
Essa é a última vez em que Park é vista. Começa então a procura, liderada pelos filhos e o marido, que se transforma em uma exploração emocional repleta de remorso e marcada pela triste descoberta de uma mulher que ninguém nunca conheceu. Narrado pelas vozes de uma filha, de um filho, do marido e da própria mulher desaparecida, Por favor, cuide da Mamãe é, ao mesmo tempo, um retrato da Coreia do Sul contemporânea e uma história universal sobre família e amor.
Eis um pequeno trecho do livro:
Faz uma semana que Mamãe sumiu. Reunida na casa do seu irmão mais velho, Hyong-chol, a família troca ideias. Você decide preparar panfletos e distribuí-los onde Mamãe foi vista pela última vez. A primeira coisa a fazer, todos concordam, é rascunhar o panfleto. Obviamente, um panfleto é um recurso antiquado para a situação, mas não há muito que a família da pessoa desaparecida possa fazer, e a pessoa desaparecida é ninguém menos que sua mãe. Tudo o que você pode fazer é registrar o desaparecimento, vasculhar a área e perguntar ao maior número possível de pessoas se uma senhora parecida com ela foi vista. Seu irmão mais novo, dono de uma loja on-line de roupas, diz que postou na internet que a mãe sumiu, descreveu o local onde ela foi vista pela última vez, adicionou sua foto e pediu para que as pessoas entrassem em contato com a família, caso a vissem. Você quer procurá-la onde acredita que ela possa estar, mas sabe que ela não conseguiria chegar sozinha a nenhum lugar nessa cidade. Hyong-chol diz que é você quem deve redigir o pancuide 10 Kyung-sook Shin fleto, já que seu trabalho é escrever. Você fica vermelha, como se tivesse sido pega fazendo algo que não devia. Não tem certeza se suas palavras ajudariam a encontrar Mamãe. Quando você escreve 24 de julho de 1938 como a data do nascimento de Mamãe, seu pai a corrige, dizendo que ela nasceu em 1936. O registro oficial diz que ela nasceu em 1938, mas parece que foi mesmo em 1936. É a primeira vez que você ouve essa história. Seu pai diz que todo mundo fazia isso naquela época. Como muitas crianças não chegavam aos três meses de vida, os pais deixavam passar alguns anos antes de fazer o registro oficial. Quando você está decidida a substituir 38 por 36, Hyong-chol diz que é preciso deixar 1938, porque essa é a data oficial. Você não acredita que haja necessidade de tanta precisão, já que está preparando um simples panfleto. Não é como se estivesse em um órgão do governo. Mas, obedientemente, mantém o 38, e se pergunta se 24 de julho seria de fato a real data de nascimento de Mamãe.
Essa é a última vez em que Park é vista. Começa então a procura, liderada pelos filhos e o marido, que se transforma em uma exploração emocional repleta de remorso e marcada pela triste descoberta de uma mulher que ninguém nunca conheceu. Narrado pelas vozes de uma filha, de um filho, do marido e da própria mulher desaparecida, Por favor, cuide da Mamãe é, ao mesmo tempo, um retrato da Coreia do Sul contemporânea e uma história universal sobre família e amor.
Eis um pequeno trecho do livro:
Faz uma semana que Mamãe sumiu. Reunida na casa do seu irmão mais velho, Hyong-chol, a família troca ideias. Você decide preparar panfletos e distribuí-los onde Mamãe foi vista pela última vez. A primeira coisa a fazer, todos concordam, é rascunhar o panfleto. Obviamente, um panfleto é um recurso antiquado para a situação, mas não há muito que a família da pessoa desaparecida possa fazer, e a pessoa desaparecida é ninguém menos que sua mãe. Tudo o que você pode fazer é registrar o desaparecimento, vasculhar a área e perguntar ao maior número possível de pessoas se uma senhora parecida com ela foi vista. Seu irmão mais novo, dono de uma loja on-line de roupas, diz que postou na internet que a mãe sumiu, descreveu o local onde ela foi vista pela última vez, adicionou sua foto e pediu para que as pessoas entrassem em contato com a família, caso a vissem. Você quer procurá-la onde acredita que ela possa estar, mas sabe que ela não conseguiria chegar sozinha a nenhum lugar nessa cidade. Hyong-chol diz que é você quem deve redigir o pancuide 10 Kyung-sook Shin fleto, já que seu trabalho é escrever. Você fica vermelha, como se tivesse sido pega fazendo algo que não devia. Não tem certeza se suas palavras ajudariam a encontrar Mamãe. Quando você escreve 24 de julho de 1938 como a data do nascimento de Mamãe, seu pai a corrige, dizendo que ela nasceu em 1936. O registro oficial diz que ela nasceu em 1938, mas parece que foi mesmo em 1936. É a primeira vez que você ouve essa história. Seu pai diz que todo mundo fazia isso naquela época. Como muitas crianças não chegavam aos três meses de vida, os pais deixavam passar alguns anos antes de fazer o registro oficial. Quando você está decidida a substituir 38 por 36, Hyong-chol diz que é preciso deixar 1938, porque essa é a data oficial. Você não acredita que haja necessidade de tanta precisão, já que está preparando um simples panfleto. Não é como se estivesse em um órgão do governo. Mas, obedientemente, mantém o 38, e se pergunta se 24 de julho seria de fato a real data de nascimento de Mamãe.
Sunday, 18 March 2012
A LINGUA DE EULÁLIA - Marcos Bagno
A língua de Eulália, a novela sociolingüística, procura mostrar que o uso de uma linguagem 'diferente', nem sempre pode ser considerado um "erro de português".
O modo estranho das pessoas falarem pode ser explicado por algumas ciências como a lingüistica, a história, a sociologia e até mesmo a psicologia.
Embora a nossa tradição educacional negue a existência de uma pluralidade dentro do universo da língua portuguesa, e não aceite que a norma padrão é uma das muitas variedades possíveis no uso do português, a "língua portuguesa" está em constante modificação e recebe, notadamente, a influência de palavras pertencentes a outros idiomas, principalmente dos imigrantes que chegam a todo momento no país, entre eles portugueses, americanos, japoneses, alemães e italianos.
A obra faz parte da coleção Caminhos da Língüística e conta a história de três estudantes universitárias dos cursos de Psicologia, Letras e Pedagogia que escolhem a chácara de sua professora Irene, em Atibaia -SP, para passar as férias escolares. No decorrer dos dias, as jovens vão se integrando cada vez mais com a professora em situações pouco acadêmicas, desenvolvendo conhecimentos e observações diferentes dos aprendidos em sala de aula, tendo oportunidade de reciclar, com diferentes padrões, os vários conceitos da língua portuguesa. Em diálogos e observações sobre o modo de falar de Eulália - a empregada e amiga de muitos anos de Irene -, as jovens aprendem, perplexas, que palavras pronunciadas de forma considerada errada, como "os fósfro", "os home", "as pranta", "os broco", "as tauba", "os corgo", "a arvre", "trabaiá", o "R caipira", "tamém", além da "língua de índio" - Mim fazer -, são; na verdade formas diferentes de pronúncia, e que não podem ser vistas pelos educadores como "erradas" ou "pobres", mas sim diferentes do padrão vigente (pobres são aqueles que as pronunciam, e errada é a situação de injustiça social em que vivem).
Apesar de ser considerado como "erro" por muitas pessoas, no português-padrão, que é tido como o 'correto', existem alguns verbos que têm dois particípios passados, sendo um deles com uma forma mais reduzida, como o verbo aceitar, que pode ser pronunciado como aceitado ou aceito; entregar, que pode ser conjugado como entregado ou entregue; gastar, que pode ser utilizado como gastado ou gasto, além dos verbos pagar onde as formas pagado ou pago são encontradas, e salvar, também visto como salvado ou salvo.
A professora Irene, que também é Doutora em Lingüistica, chama a atenção das estudantes para que reflitam se realmente a língua que se fala no Brasil é o português; uma vez que os brasileiros não compreendem o português do século XII e nem o português falado em Portugal. A conclusão a que chegam é que o nosso "português" não existe, por ser uma língua formada por muitos outros idiomas e dialetos, totalmente mutáveis e variáveis.
Ela explica que o que existe na verdade, são variações do português. Em diferentes regiões do país o português é falado com sotaques e características muito próprias, mas a norma padrão, com uma ortografia oficial, definida pela Academia Brasileira de Letras, é uma só, para ser seguida em todo o país.
Essa imposição marca a diferença entre a língua falada, que nem sempre segue o padrão imposto por lei, e o português-padrão, chamado também de norma 'culta'. Enquanto o português-padrão é aprendido nas escolas, e é aquele usado na linguagem escrita, o português-não-padrão é passado de uma geração para outra, oralmente.
As regras do português-não-padrão são apreendidas quase naturalmente, por imitação. É uma linguagem mais funcional, que trata de eliminar as regras desnecessárias. É uma linguagem inovadora, que se deixa levar pelas forças vivas de mudança.
Por outro lado, o português-padrão é muitas vezes redundante, necessita de muitas regras para dar conta de um único fenômeno. É conservador, demora muito para aceitar qualquer tipo de novidade e por essa razão se mantém inalterado por um tempo muito longo.
No livro, a professora Irene considera ainda que, devido às imposições da norma culta da língua portuguesa, pode-se observar muito mais semelhanças do que desigualdades na comparação entre o português-padrão e o não-padrão. Essas semelhanças podem ser vistas principalmente em traços lingüísticos, como os verificados em um falante escolarizado da região Sul, que pode se comunicar perfeitamente com um analfabeto do Norte do país. Esse mesmo analfabeto terá grandes dificuldades em entender uma linguagem mais padronizada. Mas isso não significa que não tenha capacidade para aprender regras gramaticais, o que depende, em parte, da maneira de ensinar na escola que ele vier a freqüentar.
Entre outras coisas, o livro A Língua de Eulália mostra que na comparação entre o português-padrão e o português-não-padrão o maior preconceito apontado não são exatamente as diferenças lingüisticas que prevalecem, mas sim, as diferenças sociais, mostrando que esses preconceitos são comuns, como por exemplo o étnico: o índio "preguiçoso", o negro "malandro", o japonês "trabalhador", o judeu "mesquinho", o português "burro"; o sexual: a valorização do "macho"; o cultural: o desprezo pelas práticas medicinais "caseiras", além dos socio-econômicos: como a valorização do rico e o desprezo pelo pobre; entre outros.
Desvendando a sociolingüistica de maneira especial, o autor se preocupa em transmitir através desta obra, que por mais estranhas que possam parecer certas pronúncias, por mais incompatíveis que sejam com o português padrão que aprendemos na escola, cada uma dessas palavras têm uma origem perfeitamente explicável dentro da história da língua portuguesa.
A Língua de Eulália conduz o leitor a uma verdadeira "viagem ao País da Lingüistica", e ajuda a entender mais a nossa língua portuguesa.
NA MINHA HUMILDE OPINIÃO ESTE LIVRO DEVERIA SER OBRIGATÓRIO NAS NOSSAS ESCOLAS.
NA MINHA HUMILDE OPINIÃO ESTE LIVRO DEVERIA SER OBRIGATÓRIO NAS NOSSAS ESCOLAS.
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