Sunday, 20 February 2011

ORGULHOSA DEMAIS, FRÁGIL DEMAIS



A vida da cantora Maria Callas, sua existëncia desequilibrada e virtuosa esteve estampada em manchetes de jornais, principalmente depois do seu romance com Aristoteles Onassis, que a abandonou para se casar com Jaque Kennedy.Um retrato realista de uma diva que conheceu, por igual, gloria e solidão.

GOSTEI DA DICA DA MINHA AMIGA VIVIANE. ESTE LIVRO FICARA EM STANDBY, CASO ALGUMA AMIGA COMPRE, FICAREI NA FILA. MINHA META AGORA É LER OS LIVROS QUE TENHO EM CASA E DIMINUIR O GASTO COM OS LIVROS. O QUE EU PUDER PEGAR EMPRESTADO, EU PEGO.

ESPERO QUE GOSTEM DA DICA.

Friday, 18 February 2011

AS QUATRO ESTAÇÕES DO CASAMENTO E AS CINCO LINGUAGENS DO AMOR



Os orientais avaliam ânimos e humores pelas estações do ano. E os casamentos, em certo sentido, podem se assemelhar aos sentimentos que cada uma delas propicia. Segundo o autor, o verão é cheio de alegria, celebração e atividade. O outono carrega ares de tristeza, angústia e perda. A primavera traz expectativas, promessas e a oportunidade do recomeço. O inverno, por sua vez, é a época da frieza, da indiferença e do isolamento. Esta obra visa abordar as seguintes questões - Em qual das estações você vive com seu cônjuge? O que tem feito para tornar seu relacionamento cada vez mais estável, feliz e emocionalmente rico? Neste livro, Gary Chapman pretende oferecer ajuda ao leitor em relação às questões mencionadas.

É COM GRANDE ALEGRIA QUE RECEBO A INDICAÇÃO DESTE LIVRO PELA MINHA AMIGA PAULA. TENHO UM CARINHO ESPECIAL POR ESTE AUTOR. QUANDO RESIDIA NO CANADÁ CONHECI O LIVRO "THE FIVE LOVE LANGUAGES" E AMEI!! ABAIXO PODERÃO SABER MAIS SOBRE ELE TB.




Contrariando a idéia de que o amor tem uma linguagem universal, Gary Chapman demonstra, após muitos anos aconselhando casais e ministrando seminários, que as pessoas expressam e recebem manifestações de amor de diferentes maneiras. Ele identifica essas maneiras como as cinco linguagens do amor. Qual será, para você, essa linguagem? E qual será a linguagem da pessoa que você ama? Descubra-as nas páginas deste livro.

ESTE LIVRO EU AMEI CADA LINHA. NELE DESCOBRI QUE NAO CONHECIA TAO BEM MEU MARIDO. ACHEI QUE A LINGUAGEM QUE USAVA ERA EXATAMENTE AQUELA QUE ELE "QUERIA", GOSTAVA. ELE PARA MINHA SURPRESA SOUBE E SABE DIREITINHO QUAL É. RECOMENDO PARA TODOS OS CASAIS ENAMORADOS, APRENDEREM UM POUCO MAIS SOBRE SI MESMOS. VOCE SABE QUAL A LINGUAGEM DE AMOR DO SEU PARCEIRO? INDICO DE OLHOS FECHADOS.

Thursday, 17 February 2011

CIDADE DO SOL -



Mariam tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rasheed, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seu destino. Laila tem 14 anos. É filha de um professor que sempre lhe diz - 'Você pode ser tudo o que quiser'. Ela vai à escola todos os dias, é considerada uma das melhores alunas do colégio e sempre soube que seu destino era muito maior do que casar e ter filhos. Confrontadas pela História, o que parecia impossível acontece - Mariam e Laila se encontram, absolutamente sós. E a partir desse momento, embora a História continue a decidir os destinos, uma outra história começa a ser contada, aquela que ensina que todos nós fazemos parte do 'todo humano', somos iguais na diferença, com nossos pensamentos, sentimentos e mistérios.

COMO JÁ COMENTEI ANTES, APÓS MEU RETORNO DE DUBAI ME DEDIQUEI A LEITURAS ONDE PODERIA ME APROFUNDAR A RESPEITO DA VIDA DAS MULHERES ÁRABES. APÓS LER VIDA DUPLA, LI A CIDADE DO SOL. FOI MUITO INTERESSANTE E ADOREI. MINHA META AGORA É LER INFIEL E O CAÇADOR DE PIPAS.

O AUTOR, KHALED HOSSEINI TEM A HABILIDADE DE NOS INSERIR INTIMAMENTE NA CULTURA DOS AFEGÕES E NA ALMA DAS PERSONAGENS. ROMANCE MUITO BEM ESCRITO, ENVOLVENTE. FOI IMPOSSÍVEL NÃO SE ENVOLVER E SE COMOVER COM O QUE ELE ESCREVE, TIRANDO DALI UMA LIÇÃO DE VIDA.

RECOMENDO.

A CAMA NA VARANDA - Regina Navarro Lins



A cama na varanda discute de modo revolucionário a história sexual humana, da valorização da mulher na Antiguidade, ao surgimento do patriarcalismo e às novas normas sociais. Nesta edição revista e ampliada, a autora traz à tona uma das principais dúvidas que permeiam os relacionamentos atuais - estabilidade ou liberdade? A partir dessa questão, novas formas de amar estão começando a ser considerados, fazendo com que o amor romântico, cultivado há séculos pela sociedade, comece, aos poucos, a sair de cena.

É daqueles livros que o tempo decanta. É assim porque sua base é a insatisfação que predomina nos relacionamentos amorosos e sexuais. A primeira edição deste livro é de 1997 e, após dez anos de sua publicação, ainda desperta interesse em leitores de idades variadas. Agora editado pela Best Seller, A Cama na Varanda contou com uma leitura atenta, na busca de possíveis alterações impostas pelo tempo. Nada foi desmentido pela realidade, mas novos caminhos e tendências surgiram. Seu relançamento nos dá a medida de como a obra está afinada com a vida no Ocidente. As denúncias sobre a ação nefasta do amor romântico continuam encontrando eco, embora o fermento da ilusão do par perfeito siga fazendo vítimas, embalado pelas mídias do entretenimento.

Nesta nova edição, Regina acrescenta a quinta parte, O futuro que se anuncia, abordando algumas questões contemporâneas. Nas três grandes vias em que o texto é conduzido - amor, casamento e sexo - o que chama a atenção é a busca de uma vida mais livre e desvinculada de regras autoritárias. O amor, na forma que conhecemos, começa a sair de cena, levando com ele a idealização do par romântico, com sua proposta de os dois se transformarem num só, e a idéia de exclusividade. Essa mudança bem-vinda foi analisada no novo capítulo sobre o amor. Observa-se a tendência de substituir a idealização pela amizade e companheirismo nas relações amorosas. Assistimos a um novo mundo de possibilidades, onde o leque de escolhas diante do amor se amplia. A crença de que se deve encontrar toda a satisfação num único parceiro fica abalada com a hipótese de se amar mais de uma pessoa simultaneamente.

Tempos tão permissivos só poderiam gerar alguma coisa como o poliamor. Uma verdadeira revolução nos relacionamentos, que a edição anterior deste livro apenas insinuava. Na obra revisada e ampliada a autora desvenda o que poderá ser a mais importante mudança na vida amorosa das pessoas desde a revolução sexual. O casamento experimenta profundas transformações - Num futuro próximo, casais podem estar ligados por questões afetivas, profissionais ou mesmo familiares, sem que isso impeça sua vida amorosa de se multiplicar com outros parceiros. A admissão de uma terceira pessoa ou a troca de afetos e prazeres com outros casais ganha força.

Segundo Regina, o século XXI deverá assistir ao estabelecimento de uma inédita sociedade de solteiros - famílias de um único genitor se tornarão predominantes. O mito da necessidade de pai e mãe viverem juntos para a formação sadia do indivíduo caiu quase definitivamente. O conceito de família se amplia. Os casais homossexuais são aceitos com mais naturalidade, e o número de países que admitem a união estável entre gays cresce a cada ano. Alguns dão aos cônjuges do mesmo sexo todos os benefícios que têm os casais heterossexuais, inclusive os direitos à herança, à pensão para o viúvo, à adoção de crianças e ao divórcio. O sexo perde aos poucos a visão moralista, que ao longo da história da civilização foi colocada sobre ele. O reconhecimento de que sua prática é fator de equilíbrio e princípio de vida saudável, amplamente anunciado por W. Reich nos primórdios do século XX, se torna consensual. As dificuldades de encontrar parceiros são superadas pelo sexo virtual. Ninguém sabe quem está do outro lado, mas isso não impede que se vivam fortes emoções. A rede permite as relações entre estranhos com mais facilidade que em boates, bares ou festas. Os cybergames eróticos devem reproduzir o prazer sexual num futuro que se anuncia próximo.

Os milenares dildos que mulheres usam desde a antiguidade são substituídos por vibradores sofisticados fazendo aflorar intensos orgasmos, em uso individual ou durante o sexo com o parceiro. Para a especialista, há sinais de que caminhamos para o fim do gênero sexual. A androginia refere-se a uma maneira específica de juntar os aspectos “masculinos” e “femininos” de um único ser humano. É possível que, num futuro próximo, com a dissolução da fronteira entre masculino e feminino, as pessoas escolham seus parceiros amorosos e sexuais pelas características de personalidade, e não mais pela condição de serem homens ou mulheres.

Além das novidades, a autora apresenta neste clássico contemporâneo três focos narrativos. A história dos relacionamentos, lenta eliminação de preconceitos repressivos que evoluem para a revolução cultural dos anos 60 e 70; os exemplos de consultório, trazendo a base empírica para o texto e, finalmente, a avaliação crítica da autora. Os focos estão voltados para quatro instâncias e temas: o passado distante, o amor, o casamento e o sexo. É raro e gratificante encontrar pesquisa tão aprofundada sobre fatos imemoráveis, com a finalidade última de tratar de questões que dizem respeito à maioria das pessoas.
Fonte: (http://www.portalmulher.net/articles.asp?id=4774)



ACHEI QUE IAM GOSTAR DESTA DICA.

PAIXÃO INDIA

PAIXÃO INDIA - Javier Moro



'Paixão Índia' encanta os leitores com a história de Anita Delgado, a jovem bailarina andaluza que se transformou em princesa na Índia. Anita era apenas uma bailarina quando um marajá indiano se apaixonou por ela, construiu um palácio e a transformou em princesa, mas não em sua única mulher. Na Índia colonial do início do século XX, Anita e o rajá de Kapurthala viveram uma história de amor que provocou um inevitável choque cultural entre oriente e ocidente, mundos, na época, com costumes completamente diferentes. As outras mulheres do marajá e seus súditos viam em Anita uma ameaça à tradição hindu, o conflito entre os dois lados era inevitável. Apesar de estar cercada de vassalos e luxo, a jovem vivia na mais completa solidão. Javier Moro realizou pesquisas detalhadas, tanto na Europa quanto na Índia, para construir uma narrativa minuciosa sobre a relação entre o casal, que terminou como um dos maiores escândalos da Índia inglesa. A chegada da jovem sobre um elefante luxuosamente adornado na cidade de Kapurthala, em 28 de janeiro de 1908, mostra como um conto de fadas pode tornar-se realidade.

ESTE É UM DOS QUE ESTÁ NA MINHA CABECEIRA PARA FUTURA LEITURA. MINHA AMIGA JAQUE DISSE QUE É MARAVILHOSO. ME INDICOU TAMBÉM O SARI VERMELHO.

A ESCOLHA DE SOFIA



Este romance narra o envolvimento de Stingo com a bela Sofia, assombrada pela terrível escolha que precisou fazer um dia e que definiu o resto da sua vida. 'A escolha de Sofia' mostra uma mulher entregue a uma relação alucinante e destrutiva, impermeável a qualquer felicidade capaz de desviá-la do puro e simples aniquilamento. Para além das cercas eletrificadas e das câmaras de gás, Auschwitz continuava a fazer vítimas. Por trás das angustiantes lembranças que atormentam Sofia, cujos mistérios são aos poucos implacavelmente revelados, o autor mergulha nas raízes da loucura e da crueldade humana.

O LIVREIRO DE CABUL - Asne Seierstad




Por mais de vinte anos, Sultan Khan enfrentou as autoridades, tanto comunistas quanto do Talibã, para prover livros aos moradores de Cabul. Ele foi preso, interrogado, encarcerado e assistiu os soldados talibãs queimarem pilhas e pilhas de livros nas ruas. Ainda assim, persistiu em sua paixão pelos livros. Chegou a esconder milhares de exemplares em sótãos pela cidade, alimentando o sonho de ver seu acervo de 10 mil volumes sobre história e literatura afegã ser transformado no núcleo de uma nova Biblioteca Nacional, semeando alguma luz em um dos lugares mais sombrios do mundo. Depois de viver três meses em Cabul, com o livreiro Sultan Khan, a jornalista norueguesa Asne Seierstad compôs este retrato das contradições extremas e da riqueza desse país. Um relato do cotidiano de uma família islâmica e das dificuldades deste povo para obter conhecimento e se comunicar. Um retrato íntimo de um homem, seus princípios e sua família; enquanto enfrentam os desafios e tensões diárias, os integrantes da família tentam também viver uma certa normalidade por meio do trabalho, de um dia de compras, cozinhando em um momento e se divertindo no outro, casando e dividindo alegrias. As mulheres, em especial, são protagonistas de relatos impressionantes. Mesmo após a queda do Talibã, submetem-se a casamentos arranjados, maridos poligâmicos e a limitações para viajar, estudar e se comunicar com os outros. Estas e muitas outras histórias compõem essa narrativa, mostrando aspectos do país que poucos estrangeiros testemunhariam. Por meio de uma narrativa envolvente, Asne Seierstad dá voz à família Khan, apresentando ao leitor uma coleção de personagens comoventes que reflete as contradições do Afeganistão.